O vereador Daniel Bertini (Podemos) solicita à Secretaria Municipal de Educação informações sobre se a rede municipal de ensino está preparada para a volta às aulas e quais medidas seriam tomadas para garantir a segurança dos estudantes, professores e funcionários.

Daniel também sugere a realização de uma pesquisa junto às famílias para que Secretaria e pais decidam em consenso qual o caminho a ser seguido.

Segundo ele, com a passagem da cidade à fase amarela do Plano São Paulo, que permitiu uma maior flexibilização das atividades durante a pandemia, “há alguns dias começou a se falar na volta às aulas presenciais da rede municipal”.

“Justamente neste momento em que a onda de casos de covid-19 assolou o interior e que em Descalvado a cada dia vemos crescer o número de casos, a volta às aulas presenciais não parece ser adequada”, afirma. 

Vagas para Deficientes

Daniel solicita à Comissão Municipal de Trânsito (COMUTRAN) a destinação de vagas de estacionamento para deficientes defronte ao Ginásio de Esportes Oswaldo Cardoso.

De acordo com ele, o Ginásio de Esportes é um dos principais espaços de lazer para os cidadãos de Descalvado. “O local costuma ter movimento intenso em determinados horários, especialmente, em dias de eventos”, aponta.

“As pessoas que têm alguma deficiência, muitas vezes, passam por grandes dificuldades de locomoção, com a falta de estacionamentos reservados a elas por conta das barreiras físicas. Por isso, são necessárias medidas a fim de garantir o acesso seguro a pessoas que possuem algum comprometimento da mobilidade”.

Fiscalização

Daniel defende que seja intensificada a fiscalização de caminhões que transportam entulhos, restos de construção, galhos e folhas, dentre outros resíduos, por não usarem telas ou lonas nas cargas.

“Esses caminhões, muitas vezes, acabam excedendo o limite da carroceria, carregando muito mais do que comportam e é permitido; e, mesmo os pertencentes à Municipalidade cometem esta falha, sempre transportando além do seu limite máximo”, afirma.

O parlamentar destaca que quando não há proteção nas laterais, traseira e na parte superior do caminhão a carga acaba caindo pelas vias, podendo causar acidentes, além de sujar as ruas e avenidas da cidade.

“Não é justo que a população tenha que arcar com danos ou mesmo prejuízos que esse tipo de problema pode ocasionar, sendo necessário intensificar a fiscalização para manter as vias da cidade seguras e limpas”, conclui.